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O Poder do Storytelling: Itaú e a Arte de Encantar com Histórias

Nos últimos anos, o Itaú fez um uso magistral do storytelling em suas campanhas de fim de ano, entrelaçando narrativas cativantes com mensagens poderosas de esperança, respeito e futuro. Os comerciais tornaram-se marcos na comunicação do banco, exemplificando como o storytelling pode emocionar e conectar marcas e público.

Em 2021, com Fernanda Montenegro e Alice, uma garotinha que fala palavras difíceis com enorme desenvoltura, o Itaú criou uma mensagem de fim de ano especial que caiu nas graças do público, gerou milhares de compartilhamentos e memes que duram até hoje. O comercial usou a palavra ‘Esperança’ como base para a construção de um ano – e um mundo – melhor.

No ano seguinte, 2022, o banco repetiu a dose, com a mesma garotinha, Fernanda Montenegro e vários outros artistas. Desta vez, ela só falou a palavra respeito. Ao ser perguntada sobre as outras palavras (humanidade, bondade e esperança) a menina explica que sem respeito, nenhuma das outras existe.

Agora, na virada de 2023 para 24, o banco usou apenas a veterana atriz para contar a sua trajetória, criando paralelos sobre a atuação e a capacidade de mudar para enfrentar os desafios da vida e ter um futuro digno.

As campanhas do Itaú não são apenas comerciais, são histórias que tocam a audiência, demonstrando como o storytelling bem executado pode transcender as fronteiras do marketing para se tornar uma experiência memorável e criar um laço emocional com o público.

O uso do storytelling na comunicação das marcas vai além do entretenimento; é uma ferramenta para impactar a sociedade. As campanhas não apenas impulsionam a marca, mas também deixam uma marca indelével na memória dos espectadores, lembrando-nos da importância das histórias bem contadas para criar conexões autênticas e duradouras.